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Arthur Schopenhauer foi um pensador alemão conhecido por sua filosofia pessimista. Para ele, viver é sofrer. 

Sua filosofia propõe que a vontade é um desejo irracional, aquilo que move os homens – e traz consigo toda forma de sofrimento.

No seu segundo livro de sua maior obra – O mundo como Vontade e Representação (link) –  Schopenhauer procura o “alvo” de toda a vontade humana. E conclui que de manifestação da vontade, não existe finalidade última.

No mundo, não há satisfação final, não há lugar de repouso. Sempre existe mais vontade. Sempre existe mais sofrimento. “A vida é a manifestação da vontade” e “o sofrimento é a essência da vida“.

Por exemplo, para Schopenhauer o amor não passa de uma vontade irracional que os seres humanos possuem de se reproduzirem e darem continuidade à vida – e ao sofrimento.

Por outro lado, Schopenhauer aponta algumas vias para a suspensão da dor.

A contemplação artística, principalmente da música, é o momento em que a inteligência humana faz uma pausa em ser protagonista, e ocupa lugar como espectadora. Por isso, a apreciação artística liberta o homem da vontade. “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende”.

Pensando nisso, o pessoal da Existencial Comics produziu uma história em quadrinhos muito bem humorada sobre a morte de Schopenhauer. E nós, da Equipe do Sociologia Líquida, traduzimos e adaptamos para vocês. Confiram!

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