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7 Livros simples com lições filosóficas incrivelmente profundas

Ler influencia sua vida e sua mente de diversas formas. Aumenta, inclusive, a capacidade de comunicação e conexão de seus neurônios. Bons livros são capazes de despertar o mais profundo tipo de consciência e raciocínio crítico sobre o mundo e a sociedade que o habita.

Nessa lista estão livros de todos os estilos, de ficção científica a dramas e distopias. Independente do estilo de escrita, todos possuem algo em comum: profundos questionamentos críticos sobre a realidade que vivemos.

Muito provavelmente você já ouviu falar sobre alguns deles. Caso ainda não tenha lido na íntegra, deixamos nossa indicação: a leitura é rápida e simples, mas o conteúdo é incrivelmente profundo. Todos os livros aqui listados valem a pena serem lidos!

1. “1984”, de George Orwell. (link)

A obra de George Orwell, “1984”, foi publicada em 1949 – poucos meses antes da morte do autor – e continua extremamente atual.

O livro nos conta a história de uma distopia, em que o mundo está dividido em três megablocos continentais: Oceânia, Eurásia e Lestásia.

No decorrer da história, você pode acompanhar Winston, um ser pensante e questionador em meio a um ambiente hostil e opressor, controlado por um governo totalitário.

Na sociedade descrita por Orwell, todas as pessoas estão sob constante vigilância das autoridades. Cartazes espalhados pelas ruas mostram a figura bisonha da autoridade suprema e o slogan: “O Grande Irmão está de olho em você”.

Apesar de tudo se passar em uma realidade paralela, o livro coloca em pauta alguns comportamentos e fatores psicológicos paradoxais que podem ser perfeitamente aplicados nas sociedades democráticas atuais.

Excelente indicação, a leitura é simples e rápida, e com certeza vai mudar a forma como você enxerga o mundo.

 

2. “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde. (link)

O Retrato de Dorian Gray foi escrito há mais de um século, mas os seus princípios continuam tão atuais quanto na época de seu lançamento.

De onde vem a obsessão humana em parecerem jovem a vida toda? As pessoas são tão críticas ao se olharem no espelho, que muitas vezes não são capazes de aceitar a sua verdadeira realidade. Por isso, inventam uma realidade perfeita.

A narrativa acompanha Dorian, um jovem muito belo que, ao perceber que sua beleza acabará como tempo. Para garantir que sua beleza e juventude perdure por mais tempo, Dorian vende sua alma com o objetivo de garantir que seu retrato, em vez dele, envelheça e desapareça.

Dorian persegue uma vida libertina de experiências amorais; enquanto isso seu retrato envelhece e registra todas as coisas ruins que corrompem sua alma.

Uma sociedade se embrutece mais com o uso habitual da punição do que com a repetição dos crimes” – Oscar Wilde.

3.“Bonequinha de Luxo”, Truman Capote. (link)

Com certeza muitos se lembram do lendário filme “Bonequinha de Luxo”, com Audrey Hepburn como protagonista. O filme foi baseado no romance escrito por Truman Capote.

O leitor acompanha a personagem Holly Golightly, uma jovem que escapa da vida besta do interior para tentar a sorte na Nova York. O livro é bem curto, com um pouco mais de 100 páginas.

O filme – conhecido por ser romântico – é mais leve, satírico e divertido. O livro, por sua vez, é intenso: faz você refletir. A narrativa retrata pessoas infelizes, que buscam no sucesso social a satisfação que não encontram em suas vidas.

E é exatamente por isso que indicamos muito sua leitura!

 

4. “O Senhor das Moscas”, de William Golding. (link)

O livro é um romance distópico que conta a história de um grupo de adolescentes forçados a organizar uma nova sociedade depois de um desastre nuclear.

Sua narrativa levanta o debate sobre o risco de uma guerra nuclear. Mais que isso, questiona a própria natureza humana: por mais refinada que pareça, ainda é selvagem, instintiva e imprevisível, diante da guerra pela sobrevivência.

5. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley (link)

O romance distópico de Aldous Huxley mostra uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das antiquadas palavras “pai” e “mãe” produzem repugnância.

Um mundo de pessoas programadas em laboratório, e adestradas para cumprir seu papel numa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento.

Um mundo no qual a literatura, a música e o cinema só têm a função de solidificar o espírito de conformismo.

Huxley tem o objeto claro de criticar a sociedade capitalista, industrial e tecnológica, na qual a racionalidade se tornou a nova religião.

Qualquer semelhança de “Admirável Mundo Novo” com a realidade não é mera coincidência.

 

6. “O Profeta”, de Khalil Gibran (link)

O livro é constituído de uma série de histórias curtas e simples. Reflexões sobre o amor, a justiça, o prazer, as crenças, o comportamento humano, a amizade, a religião… temas que continuam tão atuais quanto antigamente.

“No coração de todos os invernos vive uma primavera pulsante, e atrás de cada noite, vem uma aurora sorridente”.

7. “O Pequeno Príncipe”, de Antonie Saint-Exupéry (link)

Quem considera “O Pequeno Príncipe” uma história simples para crianças é porque ainda não o leu. Ou até leu, mas não prestou atenção suficiente.

A obra de Saint-Exupéry é tão complexa e profunda que o filósofo Martin Heidegger a classificou como “a maior obra existencialista do século XX“.

Exupéry viajou por muitos locais, conheceu muitas pessoas e diversas culturas. Como forma de registrar suas viagens, Antoine escreveu o pequeno príncipe. Podemos levar em consideração que o autor do livro seja o próprio narrador da historia.

 “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.

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