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Curso de Estudo e Memorização

Você está estudando errado?

Já passou horas lendo sobre algum assunto para no dia seguinte não se lembrar de nada?

Extremamente frustrante, não?

Aprender coisas novas é fascinante.

Naturalmente, fazemos isso desde o nosso nascimento.

Aprendemos a pedir comida, a falar, e logo somos matriculados em alguma escola.

Lá, são ensinadas técnicas que serão importantes para o nosso desenvolvimento futuro, como ler, escrever e fazer contas.

Ao passo que esses conhecimentos escolares vão se aprofundando, surgem testes e exames para avaliação de desempenho.

Por outro lado, em nenhum momento nos é ensinada qualquer técnica para dividir, organizar e aprender melhor todo esse conhecimento teórico.

Não é de se admirar que, sem qualquer apoio neste sentido, muitos estudantes adotem hábitos prejudiciais para o aprendizado.

O que significa estudar?

Estudar é o processo que utiliza técnicas, habilidades e vivências para absorver, organizar e reutilizar as informações disponíveis do nosso dia-a-dia.

E, para que isso tudo aconteça de forma eficiente, é fundamental poder contar com uma memória bem treinada, disponível no decorrer de todo este processo.

Além disso, como em qualquer outra atividade, a habilidade de aprender pode ser evoluída com o passar do tempo.

Esse artigo traz 7 evidências de que você está estudando errado.

Vamos lá?

1. Você vira a noite estudando.

Estudar para um edital – seja ele qual for – não é tarefa fácil.

Seja um concurso, um vestibular, ou um exame técnico, o candidato é sempre bombardeado por uma imensa quantidade de matéria e prazos reduzidos.

A rotina desses estudantes chega, muitas vezes, a ser mais complexa do que a de muitos profissionais de carteira assinada.

Para dar conta de tanta informação, muitos estudantes – especialmente aqueles que trabalham de dia – não encontram outra saída que não seja sacrificar as noites de sono bem dormidas.

Dormem menos na esperança de aprender mais.

Por outro lado, a ciência nos mostra que quanto mais nós aprendemos, melhor deve ser o sono.

Como resolver essa questão?

Existe um equilíbrio?

Dormir pouco compromete a assimilação das matérias.

Estudos evidenciam que o cérebro precisa descansar por algumas horas para que as informações possam ser fixadas em nossa mente como memórias de longo prazo.

Em resumo: você precisa dormir para então armazenar tudo o que estudou em sua memória.

Além de ter seu rendimento nos estudos diários comprometido, ao dormir menos você passa a ter mais dificuldade para se lembrar do que estudou recentemente.

Outro fator importante: dormir pouco afeta a sua capacidade de concentração, de associação de ideias e de argumentação.

E isso realmente coloca em risco a sua capacidade de raciocínio e de memorização.

Por exemplo, quando você estiver lendo uma questão de alguma prova, poderá não entender e ficar confuso.

Quem nunca marcou uma reposta errada por desatenção durante uma prova que atire a primeira pedra!

Ignorar essas etapas seria como construir uma estátua gigante com pés de barro.

Portanto, o primeiro passo para que você consiga estudar de forma satisfatória é fazendo a seguinte auto-análise:

  • Como está a minha rotina?
  • Quais são as matérias que eu preciso estudar?
  • Quais são os meus horários disponíveis – inclusive os dedicados ao lazer?

A seguir, separe os materiais necessários para o estudo.

Deixando tudo organizado, você economiza tempo.

10 Dicas Rápidas de um Especialista.

Confira algumas dicas incríveis do professor Renato Alves para você se preparar para qualquer certame:

  1. Aprenda métodos eficazes de memorização, porque com uma memória forte os estudos renderão mais em menos tempo;
  2. Organize sua rotina, pois assim você conseguirá otimizar algumas tarefas, sobrando mais tempo para os estudos;
  3. Planeje estudar em um horário fixo por dia, pois a rotina cria o hábito de estudar com mais dedicação, aumentando o foco e evitando distrações.
  4. Realize uma atividade por vez, pois assim você vai se concentrar mais na matéria que estiver estudando;
  5. Estabeleça metas, pois assim você conseguirá cumprir, com êxito, todo o conteúdo que precisa estudar;
  6. Crie o hábito de se exercitar pois isso o ajudará a ficar mais disposto para os estudos;
  7. Revise as matérias periodicamente, pois assim você conseguirá rever conceitos que foram estudados há algum tempo, evitando, portanto, de esquecê-los.
  8. Resolva exercícios, pois assim você ficará melhor preparado para as provas e saberá como os conteúdos vem sendo cobrados.
  9. Alimente-se bem, pois uma boa alimentação afeta positivamente em nosso desempenho de estudo diário;
  10. Durma, pelo menos, 6 horas por noite, pois o cérebro precisa armazenar tudo que aprendeu durante o dia.

Em vez de dormir menos para estudar, por que não procurar por métodos e técnicas de memorização?

Estudar com estratégia e organização vai permitir que você aprenda muito mais em menos tempo.

Organizar-se para aprender de modo realmente eficaz é o caminho mais seguro para a tão sonhada aprovação.

E… por falar em organização, você já fez o seu Plano de Estudos?

2. Você não tem um Plano de Estudos.

se você não tem um plano de estudos, provavelmente está estudando errado

Muita gente se engana ao acreditar que aprender algo novo pode ser imediato.

Pelo contrário: o aprendizado envolve muita organização, estratégia e paciência do que a maioria imagina.

Por isso, montar um plano de estudos é a primeira etapa para qualquer que seja o seu objetivo.

É nesse momento que você vai definir toda sua rotina: traçar objetivos, selecionar as matérias, organizar o tempo disponível…

Veja alguns dos benefícios de montar um bom plano de estudos:

  • O planejamento diminui a confusão mental à medida que promove um plano de ação claro e direto.
  • A organização traz segurança, e evita ansiedades ou distrações desnecessárias.
  • A conquista de cada meta do programa fornece motivação para seguir em frente.
  • À medida que as prioridades se tornam claras, o esforço pode ser direcionado para aquilo que realmente importa.
  • O trabalho não se acumula, e por isso, não existe necessidade de estudar desesperadamente em horas inesperadas.
  • Estudar com regularidade aumenta a concentração e diminui o estresse.
  • Com organização, é possível encontrar tempo para refrescar a cabeça com momentos de lazer e recreação.

Se você ainda não montou um plano de estudos, com certeza está estudando errado.

Dica: O treinamento de Estudo e Memorização, realizado pelo professor e recordista de memorização Renato Alves, ensina passo-a-passo como você mesmo pode fazer um plano de estudos adaptado à sua necessidade pessoal.

Saiba Mais sobre o Curso de Estudo e Memorização.

3. Você não treina a sua Memória.

A memória é o processo cognitivo responsável por codificar, armazenar, e, em seguida, recordar informações passadas.

A memória tem um papel fundamental na vida humana.

Graças a ela, temos a possibilidade de reutilizar todas as nossas experiências anteriores agora, no presente.

E, como não poderia deixar de ser, o bom uso e capacidade da sua memória também é indispensável para que seu estudo tenha qualidade.

Se você não dá a devida importância para sua memória, então você está estudando errado!

Afinal, não adianta ter um bom planejamento, ler muitos livros e assistir a várias video-aulas, se você se esquece de tudo depois de uns dias, certo?

Pode ser difícil admitir, mas a verdade é que 74% de tudo aquilo que você estudar hoje será esquecido nas próximas 24 horas sem um método consistente de memorização.

Por exemplo: você consegue se lembrar com efetividade de um conteúdo estudado mês passado?

Aliás, você já ouviu falar da curva do esquecimento?

A Curva do Esquecimento

Descoberta em 1885 pelo filósofo alemão Hermann Ebbinghaus, a curva mostra o quanto de informações nosso cérebro é capaz de reter após uma sessão de estudos com uma hora de duração.

Curva de Esquecimento - Você está estudando errado?
Curva de Esquecimento

O que essa curva ensina?

Principalmente, que o esquecimento é exponencial.

Ou seja, quanto mais tempo sem contato com a matéria, mais chances temos de esquecer aquilo que foi estudado.

Por isso, métodos de estudo e memorização são fundamentais para que você seja capaz de se lembrar daquilo que foi estudado.

Sabe qual é a notícia boa? Sua memória pode ser treinada!

Acompanhe a seguir um esquema simples de estudos, que com certeza vai te ajudar a memorizar os conteúdos estudados de forma consistente:

  1. Um dia após a sessão de estudo, faça uma revisão de dez minutos para cada hora de leitura do dia anterior.
  2. Após 7 dias da sessão de estudo, dedique apenas 5 minutos para estimular sua memória sobre o material estudado.
  3. Ao final de 30 dias, pratique o conteúdo durante 2 a 4 minutos. Iso deverá ser suficiente para ajudá-lo a se lembrar novamente do que estudou.

Com estímulos e métodos assertivos de estudo, é possível otimizar a forma com que você absorve e recorda informações imprescindíveis para seu futuro.

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4. Você não tem foco nem concentração durante as sessões de estudo.

Aprender - Foco

Já parou para pensar em como grandes jogadores de esportes que exigem alto rendimento mental fazem para criar e manter sua capacidade de foco e concentração?

O que diferencia, por exemplo, um grande jogador de poker – que conquista muita fama e dinheiro e sucesso com o jogo – dos demais jogadores?

Para vencer os oponentes, o fator mental é decisivo.

Chega a ser tão importante quanto a técnica, as estatísticas ou mesmo as regras do jogo.

Tanto no poker como na vida real, tomar a decisão certa durante a maior parte do tempo não é uma tarefa simples.

Os filósofos discutem a respeito deste tema há séculos.

Na Grécia e Roma antigas, grandes pensadores como Epicteto, Seneca e Marco Aurelio ajudaram a criar um sistema filosófico maravilhoso, conhecido como Estoicismo.

Segundo os autores Estoicos, para viver uma vida bem vivida é necessário, antes de qualquer coisa, saber diferenciar as coisas que podemos mudar das coisas que não podemos mudar.

Para Epicteto:

“Identificar e separar questões de modo que eu possa dizer claramente para mim mesmo quais são externas, fora do meu controle, e quais tem a ver com as escolhas sobre quais eu, de fato, tenho controle. Onde, então, eu devo buscar o bem e o mal? Não em externos incontroláveis, mas dentro de mim mesmo, nas escolhas que são minhas…”

Temos uma tendência natural de gastarmos nosso tempo e energia mental pensando sobre coisas e assuntos que fogem do nosso controle.

Sabe aquele pensamento repetitivo, que por mais que você tente não pensar a respeito, permanece lá por horas, dias ou até semanas?

Esses pensamentos desnecessários que atrapalham a capacidade de foco e concentração são chamados de ruídos mentais.

Muitas vezes, esses ruídos impedem até você de dormir bem!

E como tudo isso se aplica aos meus estudos?

Você é estudante, se esforça bastante, lê livros, apostilas, faz exercícios, mas, quando chega a hora da prova, te dá aquele branco?

Já tentou manter uma rotina de estudos, mas não consegue ir muito longe sem perder a concentração?

Isso pode ser um grande obstáculo para terminar a faculdade, passar naquele concurso ou mesmo exercer sua profissão com qualidade, não é mesmo?

De fato, muitas pessoas têm dificuldades em manter o foco nos estudos.

Pior ainda, muitos acabam até mesmo desistindo no meio do caminho por causa disso.

Neste sentido, profissionais e estudantes que se preocupam com com sua própria eficiência desejam sempre melhorar sua capacidade de foco e concentração.

Não é pra menos: estudos mostram que com a mente concentrada, somos capazes de reduzir até 80% do desperdício de tempo.

Uma boa dica é diminuir o uso de aparelhos eletrônicos e confiar mais em sua capacidade de memorização.

Cá entre nós: dispositivos como smartphones e tablets são portas de entrada para a distração e a perda do foco na hora dos estudos.

Para saber mais sobre como manter o foco e a concentração durante o estudo, leia também o artigo:

10 Estratégias Rápidas e Consistentes para Manter a Concentração Durante o Estudo

5. Você não anota nada.

Se você não anota nada, definitivamente você está estudando errado.

Se você quiser traduzir informações em conhecimento, é importante que você escreva o que aprende – à mão.

Isso acontece porque anotações, traços e desenhos feitos à mão criam vínculos cognitivos e potencializem o  seu aprendizado.

Mas não adianta anotar desesperadamente toda e qualquer nova informação.

Saber como fazer anotação de forma correta e eficiente pode ser um grande diferencial para o seu estudo.

Para reforçar a tese, outra pesquisa publicada na revista científica “Trends in Neuroscience and Education”, mostrou que a escrita de punho ajuda no desenvolvimento da mente infantil.

Renato Alvez ensina que, ao fazer anotações de próprio punho, seu inconsciente recebe estímulos para a memorização.

Acompanhe:

Primeiro: Você lê ou ouve a explicação do orador;

Segundo: O seu cérebro se esforça para entender e fazer uma síntese;

Terceiro: Você escolhe bem as palavras para anotar de forma que possa se lembrar com facilidade mais tarde;

Quarto: Você também estimula a memória sensorial motora, que facilita a memorização da matéria e;

Quinto: Se depois disso você tiver o cuidado de passar a limpo, caprichando na letra, terá ainda o benefício da concentração.

Finalmente ao ler sua anotação você estimulará também a memória visual e a memória de longo prazo.

AULA -> CÉREBRO -> PAPEL

5 Dicas Adicionais do Renato Alves

1. Sente-se o mais próximo possível de quem está transmitindo a informação. Dessa forma você ouve e compreende melhor o que ele diz.

2. Primeiro preste atenção, depois faça um resumo. Tentar ouvir e escrever ao mesmo tempo não permite que a mente faça uma análise linear do conteúdo. E os fragmentos de informação não o ajudam a chegar a qualquer conclusão.

3. “Para um bom entendedor, meia palavra basta”. Quando você presta atenção na explicação, sua mente tenta extrair a síntese com o objetivo de ser mais eficiente na anotação. Então transfira para o papel apenas o essencial. Não precisa fazer Mapa Mental, basta escrever de um jeito que você entenda para garantir uma memorização eficaz.

4. Faça desenhos, pois desenhar ajuda a estabelecer um raciocínio linear e a reforçar na memória o conhecimento adquirido.

5. Faça revisões. Não adianta nada anotar as informações da palestra que você assistiu e ao chegar em casa abandonar a anotação num canto.

Para que as anotações tenha um efeito duradouro na sua memória, será uma boa ideia passá-las a limpo.

Aproveite também para acrescentar outros detalhes que lembrar naquele momento.

E, lembre-se: o segredo não é anotar tudo, mas sim como fazer anotação.

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6. Você é um procrastinador.

Essa palavra feia – procrastinação – descreve exatamente seu significado.

Para saber se você é, de fato, um procrastinador, responda sinceramente essas 4 perguntas:

  1. Você justifica seus atrasos dizendo que não tem tempo ou está com preguiça?
  2. Dá prioridade para as tarefas que gosta de fazer no lugar das que precisa executar?
  3. Tem dificuldade em organizar suas atividades e prioriza o que não é importante?
  4. É tão perfeccionista que chega ao ponto de não conseguir iniciar um novo projeto porque tem medo de não terminá-lo de maneira perfeita?

Se você respondeu “sim” para a maioria ou a totalidade das perguntas acima, saiba que você é um procrastinador.

E, muito provavelmente, está estudando errado.

Sejamos francos: quem nunca empurrou um compromisso com a barriga e deixou para fazer depois o que poderia ter sido feito naquele momento?

O “deixar para depois” pode até ser inofensivo, desde que ocorra com uma frequência muito baixa e em situações específicas.

O problema real ocorre quando esta atitude passa a ser adotada frequentemente, impactando negativamente a qualidade de vida.

Quem procrastina não costuma identificar os pontos negativos associados à adoção deste hábito.

Isso só costuma ocorrer a longo prazo, quando nos damos conta que a maioria dos projetos e objetivos na vida foram deixados de lado.

Saiba como lidar melhor com a procrastinação neste artigo:

Procrastinação: 5 Estratégias Consistentes para Exterminar o Vilão do Sucesso

 7. Você não utiliza os recursos que estão à sua disposição.

A internet revolucionou a forma com que acessamos novas informações.

Bastam alguns cliques para se realizar uma pesquisa no Google, assistir um vídeo no Youtube ou mesmo comprar um livro digital na Amazon.

Além disso, graças ao avanço dos meios de comunicação, hoje é possível acessar cursos e treinamentos de altíssima qualidade online.

Até pouco tempo atrás, vários desses materiais incríveis só estavam disponíveis em palestras, cursos e workshops presenciais.

Renato Alves durante palestra.

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